
Há coisas que comecei a usar sem intenção de falar sobre elas.
Momentos só meus. Descobertas feitas devagar. Sensações que não pediam nome, apenas atenção.
Com o tempo, percebi que o desejo muda quando deixamos de o esconder.
E que certos objetos não são brinquedos, são convites. Ao corpo. À curiosidade. À ousadia tranquila de sentir mais.
A Betish nasceu dessas escolhas íntimas.
Do que me acompanha quando quero explorar sem pressa. Quando quero sentir sozinha… ou quando quero oferecer a alguém a possibilidade de me descobrir, ou de se descobrir comigo.
São objetos que não perguntam quem és. Respondem apenas ao toque. Adaptam-se à pele, ao ritmo, à vontade do momento.
Alguns uso em silêncio. Outros gosto de oferecer, como quem diz sem palavras: “Confio-te isto.”
A Betish é para quem gosta de sentir primeiro, e explicar depois, se ainda fizer sentido.
Se estás a ler isto e algo em ti despertou, talvez não seja curiosidade.
Talvez seja reconhecimento.
E talvez este seja o momento certo para experimentar o que eu escolhi para mim.