
Era uma tarde fria e cansativa. O corpo pedia alívio, e eu tinha marcado uma massagem terapêutica com um massagista que me foi recomendado. Nada de encontros sensuais, nada de segundas intenções — apenas o meu corpo a pedir cuidado.
O dia já ia longo quando entrei naquele pequeno estúdio de massagens. O aroma de óleos essenciais misturava-se ao calor suave do ambiente, e cada detalhe parecia desenhado para relaxar. A luz era suave, as paredes em tons quentes, e uma música lenta e envolvente preenchia o espaço com uma vibração quase hipnótica. Senti uma pontada de expectativa, uma energia que não vinha só do cansaço acumulado, mas de algo que a minha mente guardava com prazer há tempos.
Deitei-me na maca, sentindo o toque frio do lençol por um instante, antes de me acomodar. Ele, o massagista, começou devagar, com mãos firmes e experientes, deslizando por cada curva do meu corpo com uma precisão quase meticulosa. Cada pressão, cada movimento, fazia-me estremecer de uma forma que eu não esperava — memórias das minhas lives surgiam de repente, os sussurros, os olhares e a sensação de ser desejada inundavam os meus pensamentos. Era apenas uma massagem, mas o toque certo nos ombros, nas costas, nos quadris, despertava lembranças que faziam o meu corpo reagir sem eu sequer controlar.
Senti o óleo quente deslizando pela minha pele, o contacto suave mas firme das mãos dele a percorrer músculos que eu nem sabia que estavam tensos. A respiração dele próxima do meu ouvido parecia vibrar em mim, um som quase íntimo, que fazia o meu corpo ficar alerta, ansioso por sensações mais profundas. Cada gesto dele despertava um prazer contido, e a mente da Betty, a mulher que se entrega nas lives, sussurrava em mim, lembrando-me de como adoro ser desejada.
Quando a sessão terminou, levantei-me, sentindo cada músculo ainda tremendo do toque. O caminho de regresso a casa foi lento; cada passo lembrava-me do calor que ainda percorria a minha pele. Mal entrei no meu quarto, fechei a porta e respirei fundo, permitindo que o silêncio fosse preenchido apenas pelo som do meu próprio desejo. Despida, sentada na cama, comecei a percorrer o meu corpo com as mãos, como quem retoma uma história inacabada. A ponta dos dedos explorava cada curva, cada relevo da minha pele, sentindo novamente a suavidade que o óleo e as mãos dele haviam despertado.
As memórias do toque persistiam, cada movimento meu era guiado por lembranças sensuais, pelos gemidos e sussurros que tantas vezes partilhei nas minhas transmissões. Lentamente, deixei-me levar, sentindo a excitação crescer de forma quase urgente, mas deliciosa. Cada toque na minha pele fazia-me estremecer, lembrando-me da sensação de ser desejada, de ser provocadora sem vergonha. A respiração tornou-se mais pesada, os batimentos aceleraram, e senti-me totalmente entregue a esse momento só meu, ao prazer que podia controlar sozinha, mas que tinha sido iniciado por outro.
Percebi como o corpo responde a estímulos subtis, como cada sensação, mesmo um toque simples ou uma lembrança evocada, podia desencadear prazer intenso. Deixei que os dedos percorressem cada parte que mais me provocava, sentindo-me a libertar a tensão acumulada do dia e a transformar o toque num êxtase contido mas arrebatador. A mente da Elisabete desaparecia; a Betty emergia, vibrante, consciente do seu próprio poder de sedução e prazer.
Toquei-me nas mamas, deslizei para a vagina húmida e senti o clitóris duro e pulsante de tesão. Estimulei até não aguentar mais e me penetrar com os dedos sentindo-me cada vez mais molhada e lambuzada. Voltei ao clitóris e toquei-me sentindo uma voz dentro de mim (talvez a voz da Betty) a dizer: “Não pares, vem-te sua putinha”
Quando finalmente atingi o clímax, foi uma onda intensa, quase elétrica, que percorreu cada fibra do meu corpo. O calor, a tesão e a excitação acumulada foram libertados, e o silêncio do quarto parecia ainda mais profundo, quase cúmplice. A sensação era de total entrega e prazer, e sorri para mim mesma, lembrando que este era o meu momento, um espaço onde podia explorar tudo o que me excitava, sentir-me viva, sensual e poderosa.
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