The plan was simple: a simple movie night with a special friend. But from the moment we sat down, we knew that the evening wouldn’t be about the movie. The room was almost empty, the low lights creating the perfect atmosphere for what was about to happen.
He sat down next to me, and from the first moment, the electricity between us was touchable. The closeness, the lingering looks, the silent tension that only grew. My body was anticipating every touch before it even happened.
The first contact was almost innocent, his hand resting on my thigh, warm, firm, a gentle squeeze that made my body react immediately. His thumb began to slide slowly, in a circular motion, teasing me without rushing. I crossed my legs instinctively, squeezing them together, trying to contain the heat that was beginning to grow inside of me.
Then came the first kiss. His lips met mine in a gentle touch, as if testing the ground, but it only took a second for desire and arousal to take over. The kisses became deeper, more urgent, our lips hungrily devouring each other.
My hand slid down to his chest, feeling the muscles under his shirt, slowly moving down to his belly. He let out a heavy breath as my fingers brushed his belt. The tension between us was unbearable, and the excitement of being there, in public, only made it all the more intense.
I don’t remember a single scene from the movie. Just the way he squeezed my thigh, his fingers slid in and began to stimulate my clitoris, his eyes burning into me. Time passed in a flurry of forbidden kisses, muffled whispers and hidden caresses between the shadows of the movie theater.
When we left, the car became our first refuge. As soon as the doors closed, our mouths met again with urgency, as if the time without touching had been unbearable.
My hands slid down his body, exploring, teasing, feeling his desire grow inside his pants. He leaned over me, his lips taking possession of my neck, biting, sucking, leaving trails of pleasure on my skin.
Already breathless, I ran my fingers down his abdomen, undid his belt and felt his body shudder at my touch. I wanted to see him lose control, to hear his moans, to feel his pleasure in my mouth. My tongue danced on his erect sex, I felt it in my mouth, almost exploding with pleasure.
The drive to his house was quick, but we went in already undressing. Our clothes lay on the living room floor, our bodies pressed together, heated by the flame of accumulated desire.
The sofa was our first stage. He pulled me onto his lap, his hands roaming every inch of my body with insatiable hunger. Our bodies moved in perfect harmony, the rhythmic penetrations felt like a dance, our moans filled the space, our gasping breaths mingled with the soft music in the background. There we released our first orgasm…
When we finally reached the bedroom, there were no more barriers, no more hesitations. He pulled me against him, our bodies fitting together perfectly, and the night was just beginning… I took the lead and was riding his cock, wet and once again hard and throbbing… I indicated that I wanted him inside me.
He penetrated me in every way until my legs shook and we collapsed from exhaustion…
He fell asleep and I got dressed and left… he knows that there are no commitments, no demands, no jealousy and… I never, ever stay for a “Good morning, did you sleep well?”

O plano era simples: uma simples ida ao cinema com um amigo especial. Mas desde o momento em que nos sentámos, sabíamos que aquela noite não seria sobre o filme. A sala estava quase vazia, as luzes baixas criavam um ambiente perfeito para aquilo que estava prestes a acontecer.
Ele sentou-se ao meu lado, e desde o primeiro instante, a eletricidade entre nós era palpável. A proximidade, os olhares demorados, a tensão silenciosa que só aumentava. O meu corpo já antecipava cada toque antes mesmo de acontecer.
O primeiro contato foi quase inocente, a sua mão pousou na minha coxa, quente, firme, um leve aperto que fez o meu corpo reagir de imediato. O dedo polegar começou a deslizar devagar, num movimento circular, provocando-me sem pressa. Cruzei as pernas instintivamente, apertando-as, tentando conter o calor que começava a crescer dentro de mim.
Depois veio o primeiro beijo. Os lábios dele encontraram os meus num toque suave, como se testasse o terreno, mas bastou um segundo para que desejo e tesão assumissem o controlo. Os beijos tornaram-se mais profundos, mais urgentes, os nossos lábios devoravam-se com fome.
A minha mão deslizou para o seu peito, sentindo os músculos sob a camisa, descendo devagar até ao seu ventre. Ele soltou um suspiro pesado quando os meus dedos roçaram o seu cinto. A tensão entre nós era insuportável, a excitação de estar ali, em público, só tornava tudo ainda mais intenso.
Não me lembro de uma única cena do filme. Só da forma como ele apertava a minha coxa, os dedos deslizaram e começou a estimular o meu clitóris, o seu olhar queimava sobre mim. O tempo passou num turbilhão de beijos proibidos, suspiros abafados e carícias escondidas entre as sombras da sala de cinema.
Quando saímos, o carro tornou-se o nosso primeiro refúgio. Assim que as portas se fecharam, as nossas bocas encontraram-se novamente com urgência, como se o tempo sem nos tocarmos tivesse sido insuportável.
As minhas mãos deslizaram pelo seu corpo, explorando, provocando, sentindo o seu desejo crescer dentro das calças. Ele inclinou-se sobre mim, os seus lábios tomaram posse do meu pescoço, mordiscando, sugando, deixando rastros de prazer na minha pele.
Já ofegante, desci os dedos pelo seu abdómen, desfiz o cinto e senti o seu corpo estremecer com o meu toque. Queria vê-lo perder o controlo, queria ouvir os seus gemidos, sentir o seu prazer na minha boca. A minha língua dançou no seu sexo ereto, senti-o na boca quase explodindo de prazer.
O caminho até casa dele foi rápido, mas entrámos já a nos despirmos. As roupas foram ficando pelo chão da sala, os nossos corpos colaram-se, aquecidos pela chama do desejo acumulado.
O sofá foi o nosso primeiro palco. Ele puxou-me para o seu colo, as suas mãos percorriam cada centímetro do meu corpo com uma fome insaciável. Os nossos corpos moviam-se em perfeita sintonia, as penetrações ritmadas pareciam uma dança, os nossos gemidos preenchiam o espaço, a respiração ofegante misturava-se com a música suave ao fundo. Ali libertámos o primeiro orgasmo…
Quando finalmente chegámos ao quarto, já não havia mais barreiras, mais hesitações. Ele puxou-me contra si, os nossos corpos encaixando-se perfeitamente, e a noite só estava a começar… tomei as rédeas e cavalguei no seu pau, lambuzado e novamente duro e latejante… dei indicações que o queria dentro de mim.
Penetrou-me de todas as formas até as pernas tremerem e cairmos de exaustão …
Ele adormeceu e eu vesti-me e saí… ele sabe que não há compromissos, cobranças, ciúmes e.. nunca, nunca fico para um “Bom dia, dormiste bem?”
Obrigada pelo teu comentário