The morning started like any other. I was driving smoothly, until suddenly an iron structure fell off the construction truck in front of me. My heart raced, my reflexes acted in an instant, and by pure luck, it didn’t fall on my car. My hands shaking, I pulled over to the side of the road, feeling the shock coursing through my body.
The man from the truck rushed out, visibly worried. He was wearing worn-out clothes, his open shirt revealing a defined chest marked by hard work. Sweat mixed with construction dust gave him a rough, manly… dangerous look. He approached me, asking if I was all right. His voice was dry, warm, with a tone of concern that made me tremble.
– You were very nervous… Come on, let me offer you a water there in the café.
I accepted, still trying to control my breathing. In the café, I sat across from him, watching his thick fingers grip the glass, the muscles in his forearms tensing with each movement. His smell was a mixture of sweat and dust, something so masculine that it sent me into very indecent thoughts.
In my mind, I imagined myself inside that dirty truck, the smell of iron, cement and paint enveloping us. He would close the door behind me, pushing me against the seat, his dark brown eyes filled with desire and horniness. I would feel his rough hands run up my thighs, pushing them apart with a force that left no room for hesitation. His warm breath against my skin, his lips trailing down my neck, as I surrendered to that raw, primitive energy.
The firm, possessive touch made my body burn, the moans muffled, the truck shaking to the rhythm of our lust. His hard cock drooling over me penetrated my pussy, wet with desire, without the need for any preliminary touching. The smell of him mixing with my favorite perfume Carolina Herrera – Good Girl (and now you know what my body smells like), the intense, even violent, urgent movements, as if nothing else existed but that moment of pleasure.
His voice brought me back to reality.
– Are you feeling better?
I swallowed, still feeling the heat of that fantasy pulsating inside of me. I looked at him and smiled, biting my lip slightly.
– Yes… I think so.
We exchanged contacts before each going our separate ways. But the image of that man, his overwhelming presence and the uncontrollable desire he aroused in me, didn’t leave me for the rest of the day.
Maybe, one day, I’ll stop just fantasizing. Who knows?

A manhã começou como qualquer outra. Eu conduzia tranquilamente, até que, de repente, uma estrutura de ferro caiu do camião de obras à minha frente. O meu coração disparou, os meus reflexos agiram num instante, e por pura sorte, aquilo não caiu em cima do meu carro. Com as mãos a tremer, encostei ao lado da estrada, sentindo o choque a percorrer-me o corpo.
O homem do camião saiu apressado, visivelmente preocupado. Vestia roupas gastas e sujas de cimento, a camisa aberta revelando um peito definido, marcado pelo trabalho árduo. O suor misturado com o pó das obras dava-lhe um ar rude, másculo… perigoso. Aproximou-se, perguntando se eu estava bem. A voz dele era seca, quente, com um tom de preocupação que me fez estremecer.
— Ficaste muito nervosa… Anda, deixa-me oferecer-te uma água ali no café.
Aceitei, ainda a tentar controlar a respiração. No café, sentei-me à frente dele, observando os seus dedos grossos segurarem o copo, os músculos dos antebraços a retesarem-se a cada movimento. O cheiro dele misturava suor e pó, algo tão masculino que me fez viajar para pensamentos muito indecentes.
Na minha mente, imaginei-me dentro daquele camião sujo, o cheiro de ferro, cimento e tintas a envolver-nos. Ele fecharia a porta atrás de mim, empurrando-me contra o assento, os olhos castanhos escuros carregados de desejo e tesão. Sentiria as suas mãos ásperas subirem pelas minhas coxas, afastando-as com uma força que não deixava espaço para hesitações. A respiração quente contra a minha pele, os lábios a percorrerem o meu pescoço, enquanto eu me entregava àquela energia bruta e primitiva.
O toque firme, possessivo, fazia o meu corpo arder, os gemidos abafados, o camião balançando ao ritmo da nossa luxúria. O seu caralho duro a babar por mim penetrou a minha coninha humida de desejo, sem necessidade de quaisquer preliminares. O cheiro dele misturando-se com o meu perfume favorito Carolina Herrera – Good Girl (e agora já sabes a que cheira o meu corpo), os movimentos intensos, até mesmo violentos, urgentes, como se nada mais existisse além daquele momento de prazer.
A voz dele trouxe-me de volta à realidade.
— Estás melhor?
Engoli em seco, sentindo ainda o calor daquela fantasia a pulsar dentro de mim. Olhei para ele e sorri, mordendo levemente o lábio.
— Sim… acho que sim.
Trocámos contactos antes de cada um seguir o seu caminho. Mas a imagem daquele homem, da sua presença avassaladora e do desejo incontrolável que despertou em mim, não me abandonou o resto do dia.
Talvez, um dia, eu deixe de apenas fantasiar. Quem sabe?
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